quinta-feira, 8 de abril de 2010

As vezes tenho medo

Medo de olhar e enxergar
Medo de sentir e gritar
Medo de escorregar e cair na lama
Medo de viver e morrer

Fico paralisada por algum tempo

Esqueço que na vida nada é certo ou errado
Que tudo pode ser ou não
Que não ha garantias
E tudo depende das minhas escolhas

Esquece que meus olhos são estrelas
Que meus cabelos são os ventos das tempestades
E das pequenas asas nos meus pés

Esqueço que existe um vulcão dentro de meu coração
E que o sol brilha em meu peito
intensificando a emoção
E clareando a razão

Dai-me força, meu deus para ser o que sou força
para seguir meu carinho sem medo
E ser feliz.